Detecção do antigeno rábico através das provas de imunofluorescência e ímunoperoxidase direta em camundongos, experimentalmente inoculados, sacrificados em fase assintomática e agônica.
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.0000-0000.272187-192Palavras-chave:
Raiva (diagnóstico), Imunofluorescência, Reações imuno lógicas (imunoperoxidase), CamundongosResumo
A positividade, para raiva, dos materiais cerebrais procedentes de camundongos, foi avaliada comparativamente através das reações de Imunofluorescência Direta (IFD) e Imunoperoxidase Direta (IPD), inoculando-se com vírus rábico de rua, sessenta (60) camundongos jovens pela via intracerebral. Sacrificaram-se trinta (30) dos inoculados em fase assintomática e os demais trinta (30) em fase agônica. No grupo de animais assintomáticos, obteve-se um percentual de 83,3% de positividade com a IPD e 86,6% com a IFD, em materiais cerebrais correspondentes aos mesmos animais. Nos materiais obtidos de animais sacrificados em fase agônica, os resultados foram 100% positivos em ambas as provas. Os resultados demonstraram que a IFD apresentou uma sensibilidade aparentemente superior à da IPD na detecção do antígeno rábico.Downloads
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