Homero em cores: fantasia metaplasmática (Ilíada XXI, vv. 383-520)

Authors

  • Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2359-5388.i30p17-59

Keywords:

Homer, translation, metaplasmic fantasy

Abstract

We propose a so called metaplasmic fantasy translation of Homer’s Iliad (21.383-520) to demonstrate the relevance of maintaining the linguistic diversity of Homeric poems (both in their narrative and essentially mimetic parts) in the translation process. We believe that a version of poems that considers linguistic variation ensures dynamism, humor, and vivacity, as well as polychromy. We therefore attempt to preserve the text’s linguistic coloration by combining Greek and Luso-Brazilian dialectal forms (provided by information from studies and dictionaries). The rhythm—not the meter—was drawn from studies by Henri Meschonnic (2010, 2006, 1985). The dramatic markings were based on the studies of Donald Lateiner (2017, 2005, 1998, 1987). Roughly speaking, the process is analogous to the reconstruction of colors in ancient sculptures, a procedure that can be seen in the work of archaeologists Vinzenz Brinkmann and Ulrike Koch-Brinkmann, who, when presenting it to the public, recall verses from Euripides’ Helen: “Faded as a statue, and in another form, instead of beautiful, all washed I would be...”.

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Published

2025-11-21

How to Cite

Barbosa, T. V. R. (2025). Homero em cores: fantasia metaplasmática (Ilíada XXI, vv. 383-520). Cadernos De Literatura Em Tradução, 30, 17-59. https://doi.org/10.11606/issn.2359-5388.i30p17-59