The labors of social research: approaches to the dramas experienced by domestic workers
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-0490.cpst.2025.210409Keywords:
Social research, Domestic workers, Social psychology of workAbstract
This essay discusses the empirical journeys by a social researcher in producing his PhD thesis. It prioritizes practical notes on the study processes, approaches to reality, and the writing of the text. It aims to reflect on how the ability to investigate and interpret information in social research requires constantly aligning the possibilities of the field, observations of social reality, and the theoretical contributions which help to illuminate this comprehension. Therefore, we describe some conflicts and solutions engendered in a survey of domestic workers during the covid-19 pandemic. The research that based this essay stems from the perspective of the social psychology of work and combined ethnographic inspirations with qualitative interviews to analyze the dramatic experiences in the organizational processes of work and survival of these female workers. This shows that the exercise of social research transforms researchers’ objective
interpretation by challenging them, establishing approaches and realigning studies with their target audience.
Downloads
References
Aguiar, W. M. J., & Ozella, S. (2006). Núcleos de significação como instrumento para a apreensão da
constituição dos sentidos. Psicologia: Ciência e Profissão, 26(2), 222-245. https://www.scielo.br/j/pcp/a/
QtcRbxZmsy7mDrqtSjKTYHp/abstract/?lang=pt
Ávila, M. B. M. (2009). O tempo do trabalho das empregadas domésticas: tensões entre dominação/exploração e resistência [Tese de Doutorado, Universidade Federal de Pernambuco]. Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações. https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFPE_7c24cbc41b59b74bb0a3ffffcf08314e
Barbara, R. R. A. (2007). O caminho da autonomia na conquista da dignidade: Sociabilidades e conflitos entre lavadeiras em Feira de Santana-Bahia (1929-1964) [Dissertação de Mestrado, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia]. Biblioteca Central Reitor Macêdo Costa – UFBA. https://ppgh.ufba.br/sites/
ppgh.ufba.br/files/1_o_caminho_da_autonomia_na_conquista_da_dignidade_sociabilidade_e_conflitos_entre_
lavadeiras_em_feira_de_santana_-_bahia_1929-1964.pdf
Barbosa, J. P. M., Lima, R. C. D., Santos, G. B. M., Lanna, S. D., & Andrade, M. A. C. (2021). Interseccionalidade e
violência contra as mulheres em tempos de pandemia de covid-19: Diálogos e possibilidades. Saúde e Sociedade,
(2). https://doi.org/10.1590/S0104-12902021200367
Becker, H. S. (1999). Métodos de pesquisa em ciências sociais. Hucitec.
Bernadino-Costa, J. (2007). Sindicatos das trabalhadoras domésticas no Brasil: Teorias da descolonização e saberes subalternos [Tese de Doutorado, Universidade de Brasília/UnB]. Repositório Institucional UnB. http://icts.unb.br/jspui/handle/10482/2711
Brites, J. G. (2000). Afeto, desigualdade e rebeldia: Bastidores do serviço doméstico [Tese de Doutorado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul]. Repositório Institucional UNISC. https://repositorio.unisc.br/jspui/handle/11624/711
Brites-Picanço, J. (2014). O emprego doméstico no Brasil em números, tensões e contradições: alguns achados de
pesquisas. Revista Latino-americana de Estudos do Trabalho, 19(31), 131-158.
Certeau, M. (2014). A invenção do cotidiano: Artes de fazer. Editora Vozes.
Coutinho, M. C., D’Avila, G. T., Maders, T. R., & Morais, M. (2018). Trabalhadoras domésticas: Trajetórias, vivências
e vida cotidiana. Cadernos De Psicologia Social Do Trabalho, 21(1), 87-101. https://doi.org/10.11606/issn.1981-
v21i1p87-101
Evaristo, C. (2014). Olhos d’água. Pallas.
Federici, S. (2018). O ponto zero da revolução: Trabalho doméstico, reprodução e luta feminista. Elefante.
Gonzalez, L., & Hasenbalg, C. (1982). Lugar de Negro. Marco zero.
Graham, S. L. (1992). Proteção e obediência: Criadas e seus patrões no Rio de Janeiro – 1860-1910. Companhia das Letras.
Kroef, R. F. S., Gavillon, P. Q., & Ramm, L. V. (2020). Diário de campo e a relação do(a) pesquisador(a) com o campo-
tema na pesquisa-intervenção. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 20(2), 464-480. https://doi.org/10.12957/epp.2020.52579
Lima, H. E. (2010). Trabalho e lei para os libertos na Ilha de Santa Catarina no século XIX: Arranjos e contratos entre
a autonomia e a domesticidade. Cadernos AEL, 14(26).
Lima, L. A. (2022). Dramas do trabalho e da sobrevivência de domésticas-diaristas: Servir, reagir e devir [Tese de Doutorado, Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo]. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP.
Mello, S. L. (1988). Trabalho e sobrevivência: Mulheres do campo e da periferia de São Paulo. Ática.
Martín-Baró, I. (2017). Crítica e libertação na Psicologia: Estudos psicossociais. Vozes.
Nunes, C. G. F. (1993). Cidadania e cultura: O universo das empregadas domésticas em Brasília (1970-1990) [Tese de
Doutorado, Universidade de Brasília].
Politzer, G. (1998). Crítica dos fundamentos da psicologia: A psicologia e a psicanálise. UNIMEP.
Ribeiro, C. R. B. (2014). Usos de si e (in)formalidade no trabalho da empregada doméstica diarista [Tese de Doutorado,
Universidade Federal de Minas Gerais]. Repositório Institucional UFMG. https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUBD-9UHFF6/1/3_tese_claudia_ribeiro_final_protegido__29.06.pdf
Rizek, C. S. (2007). Viração e trabalho: algumas reflexões sobre dados de pesquisa. Estudos de Sociologia, 11(21).
Sato, L., Bernardo, M. H., & Oliveira, F. (2008). Psicologia social do trabalho e cotidiano: A vivência de trabalhadores
em diferentes contextos micropolíticos. Psicología para América Latina, (15).
Sato, L., Coutinho, M. C., & Bernardo, M. H. (Orgs.) (2017). Psicologia social do trabalho. Vozes.
Sawaia, B. B. (2006). O sofrimento ético-político como categoria de análise da dialética exclusão/inclusão.
In B. B. Sawaia (Org.), As artimanhas da exclusão: Análise psicossocial da ética da desigualdade social. Vozes.
Silva, M. H. (2016). Nem mãe preta, nem negra fulô: Histórias de trabalhadoras domésticas em Recife e Salvador (1870-1910). Paco Editorial.
Vigotski, L. S. (1995). Historia del desarrollo de las funciones psíquicas superiores. Visor. Obras escogidas III.
Vigotski, L. S. (2000). Manuscrito de 1929. Educação & Sociedade, 21(71).
Weber, F. (2009). Trabalho fora do trabalho: Uma etnografia das percepções. Garamond.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Leonardo Araújo Lima

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.

