Trabalho vivo, subjetividade e cooperação: aspectos filosóficos e institucionais
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-0490.v17ispe1p43-54Palabras clave:
Vida, Trabalho, Subjetividade, Práxis, Cooperação, Exploração, Avaliação, Vitalidade, Artifícios institucionais.Resumen
Partindo da análise dos conceitos marxianos de trabalho vivo e de cooperação, pensados em conexão com a questão da subjetividade, tentamos definir as formas de atentado à vida, no cerne da atividade de trabalho, o que varia segundo as configurações histórico-econômicas. Esta pesquisa nos leva a diferenciar as etapas de um processo que vai da exploração da vida à organização de seu esgotamento, no universo contemporâneo do trabalho, passando por sua contenção no sistema taylorista de produção. A genealogia aqui estabelecida se baseia em duas abordagens conceitualmente diferentes da fenomenologia da vida, a de Michel Henry (1922-2002), e a análise antropológica e institucional desenvolvida por Sidi Mohammed Barkat. A primeira enfatiza a ideia de “ruína da vida” para caracterizar a época atual. A segunda vê aí um projeto de denegação da vida ligado intimamente à simulação da vitalidade dos indivíduos, a fim de melhorar a performance do sistema econômico.
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