Gal, a fatal: o tropicalismo musical e o gesto interpretativo de Gal Costa
DOI :
https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.i31p65-80Mots-clés :
Música Popular Brasileira; Tropicalismo Musical; Performance; Autoralidade.Résumé
Este artigo apresenta um novo recorte dos fatos relacionados ao movimento tropicalista, a fim de refletir sobre o papel de Gal Costa na história do tema e sobre os sentidos de seu canto para a crítica musical brasileira. Faz-se isso por meio de uma pesquisa que foi empreendida em entrevistas dessa artista em jornais de grande circulação, além de documentários e programas de televisão. Ao longo do artigo, a história oficial desse movimento de vanguarda e a tradição crítica que pensou o tema foram indagadas, com o objetivo de melhor compreender o lugar ocupado por Gal nos debates que envolvem o tropicalismo musical. Não só isso, reflete-se sobre conceitos como autoralidade, composição, a corporalidade empregada como discurso cênico, entre outros tópicos que residem nas interseções entre música e literatura.
##plugins.themes.default.displayStats.downloads##
Références
Rio de Janeiro, 4 de dezembro de 1969. Caderno B, p.8.
COSTA, Gal. [Entrevista concedida a] MARIA, Léa. Meu nome é Gal e não vim fazer desfile. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 29 de maio de 1970. Caderno B, p.5.
DUARTE, P. O Livro do Disco: Tropicália ou Panis et Circenses. Rio de Janeiro: Cobogó, 2018.
FAVARETTO, Celso. Tropicália alegoria, alegria. São Paulo: Ateliê Editorial, 2007.
JARDIM, Eduardo. Tudo em volta está deserto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2017.
O NOME dela é Gal. Série documental. Direção de Dandara Ferreira. Brasil: 2017.
GONÇALVES, Marcos; HOLLANDA, Heloisa B. Cultura e participação nos anos 60. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2004.
MACHADO, Regina. Da intenção ao gesto interpretativo: análise semiótica do canto popular brasileiro. Tese (Doutorado em Linguística) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. São Paulo: 2012.
NAVES, S. Da Bossa Nova à Tropicália. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.
NAVES, Santuza. Canção Popular no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
NOLETO, Rafael da Silva. Eu sou uma fruta gogóia, eu sou uma moça: Gal Costa e o Tropicalismo no feminino. In: Per musi. nº 30, 2014.
PERROT, Michelle. Minha história das mulheres. São Paulo: Contexto, 2007.
PORTELA, Juvenal. Um disco de baianos para todos. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 5 de julho de 1967. Caderno B, p.2.
RIBEIRO, Ana Paula Goulart. A mídia e o lugar da história. In: HERSCHMANN, Micael; PEREIRA, Carlos A. (orgs). Mídia, Memória e Celebridades. Rio de Janeiro: E-Papers, 2005. P.105-129.
TERRON, Paulo. Ocupação Jards Macalé – Revendo amigos. Itaú Cultural. 2014. Disponível em: < https://www.itaucultural.org.br/ocupacao/jards-macale/revendo-amigos/>. Acesso em: 22 de março de 2021.
TV Globo. Conversa com Bial: Gal Costa. 19 de fevereiro de 2021. (43min).
VELOSO, Caetano. Verdade Tropical. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
VIANA, Hilton. Show da Gal. Diário da Noite. São Paulo, 28 de novembro de 1969. Segundo Caderno, p.6.
COSTA, Gal. [Entrevista concedida a] MARIA, Léa. Meu nome é Gal e não vim fazer desfile. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 29 de maio de 1970. Caderno B, p.5.
DUARTE, P. O Livro do Disco: Tropicália ou Panis et Circenses. Rio de Janeiro: Cobogó, 2018.
FAVARETTO, Celso. Tropicália alegoria, alegria. São Paulo: Ateliê Editorial, 2007.
JARDIM, Eduardo. Tudo em volta está deserto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2017.
O NOME dela é Gal. Série documental. Direção de Dandara Ferreira. Brasil: 2017.
GONÇALVES, Marcos; HOLLANDA, Heloisa B. Cultura e participação nos anos 60. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
HOLLANDA, Heloisa Buarque de. Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2004.
MACHADO, Regina. Da intenção ao gesto interpretativo: análise semiótica do canto popular brasileiro. Tese (Doutorado em Linguística) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. São Paulo: 2012.
NAVES, S. Da Bossa Nova à Tropicália. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.
NAVES, Santuza. Canção Popular no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
NOLETO, Rafael da Silva. Eu sou uma fruta gogóia, eu sou uma moça: Gal Costa e o Tropicalismo no feminino. In: Per musi. nº 30, 2014.
PERROT, Michelle. Minha história das mulheres. São Paulo: Contexto, 2007.
PORTELA, Juvenal. Um disco de baianos para todos. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 5 de julho de 1967. Caderno B, p.2.
RIBEIRO, Ana Paula Goulart. A mídia e o lugar da história. In: HERSCHMANN, Micael; PEREIRA, Carlos A. (orgs). Mídia, Memória e Celebridades. Rio de Janeiro: E-Papers, 2005. P.105-129.
TERRON, Paulo. Ocupação Jards Macalé – Revendo amigos. Itaú Cultural. 2014. Disponível em: < https://www.itaucultural.org.br/ocupacao/jards-macale/revendo-amigos/>. Acesso em: 22 de março de 2021.
TV Globo. Conversa com Bial: Gal Costa. 19 de fevereiro de 2021. (43min).
VELOSO, Caetano. Verdade Tropical. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
VIANA, Hilton. Show da Gal. Diário da Noite. São Paulo, 28 de novembro de 1969. Segundo Caderno, p.6.
ZUMTHOR, Paul. Escritura e nomadismo. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005.
Téléchargements
Publiée
Numéro
Rubrique
Licence
(c) Copyright Taissa Maia Amorim Cordeiro 2021

Ce travail est disponible sous licence Creative Commons Attribution - Pas d’Utilisation Commerciale - Partage dans les Mêmes Conditions 4.0 International.
Les auteurs qui publient dans cette revue acceptent les termes suivants :
- Les auteurs conservent le droit d'auteur et accordent à la revue le droit de première publication, avec le travail sous la Licence Creative Commons Attribution qui permet le partage du travail avec reconnaissance de l'auteur et de la publication initiale dans cette revue scientifique.
- Les auteurs sont autorisés à assumer des contrats supplémentaires séparément, pour une distribution non exclusive de la version de la contribution publiée dans cette revue (par exemple, publication institutionnelle ou en tant que chapitre de livre), avec reconnaissance de la publication initiale et originale dans cette revue.
- Les auteurs sont autorisés et encouragés à publier et distribuer leur travail en ligne (par exemple auprès de leurs institutions ou sur leur page personnelle) à tout moment avant ou pendant le processus éditorial, car cela peut générer des échanges académiques productifs, ainsi qu'une croissance de l'impact et de la citation de l'article publié (Voir The Effect of Open Access).