Práticas educativas e de divertimento junto à natureza
a cultura física em Curitiba (1886-1914)
DOI:
https://doi.org/10.1590/s1678-4634201844178293Palabras clave:
Natureza, Práticas educativas, Divertimentos, Cultura físicaResumen
O presente artigo tem como tema central as práticas educativas junto à natureza e a emergência de uma cultura física em Curitiba entre os anos de 1886 e 1914. Essa cidade nasceu sob a égide de preceitos urbanísticos assentados em ideários médicos e sanitários, em noções, conceitos e normas em que novas relações com a natureza se estabeleceram e onde jardins e parques, praças e ruas arborizadas compuseram seus contornos. Como objetivo, o artigo busca compreender as diferentes manifestações da cultura física junto à natureza que se configuraram em Curitiba como constitutivas de novas práticas educativas presentes na cidade. Em termos metodológicos, realizamos uma pesquisa documental que teve como fonte principal o jornal O Diário da Tarde e como fontes complementares os jornais A República, A Tribuna e Dezenove de Dezembro. A presença de um discurso que valorizava a cultura física junto à natureza entre os habitantes de Curitiba, assim como o ocorrido em outras cidades brasileiras, fez parte do processo de urbanização da capital paranaense, dentro dos parâmetros fornecidos pela nova ordem republicana que se instalava no país no final do século XIX e início do XX. Entre todos os aprimoramentos urbanos que chegaram a Curitiba, ocorreu também a elaboração de um discurso que, influenciado por uma noção de cultura física, possibilitou o surgimento de ações junto aos parques e praças, bem como a criação de diversas associações esportivas.
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