Suivi scolaire des enfants présentant des entraves structurelles à la constitution psychique: apports et défis

Auteurs

  • Luiza Davini de Siqueira Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia

DOI :

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v29i2p295-310

Mots-clés :

inclusion scolaire, suivi scolaire, subjectivation

Résumé

Cet article propose quelques repères sur le mouvement inclusif et les acquis de la législation brésilienne pour ensuite, à partir du referentiel psychanalitique, analyser des scènes vécues dans le cadre de l’accompagnement scolaire d'un enfant présentant des obstacles structurels dans sa constitution psychique. Il aborde les contributions et les défis de cette pratique dans l'inclusion des enfants, l'importance de l'école comme lieu de subjectivation et la richesse de l'interaction entre les paires enfant-enfant dans ce processus. Nous montrons que l'inclusion scolaire ne peut pas être basée sur la notion que "tout est égal pour tous"; qu’il est nécessaire de travailler avec les différences pour atteindre une effective égalité des chances et le droit fondamental à l'éducation. Il appartient à l'école de maintenir une ouverture dans son programme afin que tous les élèves puissent y accéder, chacun à sa manière, en donnant un sens à leur expérience scolaire.

##plugins.themes.default.displayStats.downloads##

##plugins.themes.default.displayStats.noStats##

Biographie de l'auteur

  • Luiza Davini de Siqueira, Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia

    Psicóloga escolar. Graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil. 

     

Références

Bernardino, L.M. (2017). O papel fundamental da escrita na educação inclusiva. In M. C. Kupfer, M. H. Souza Patto, & R. Voltolini (Orgs.). Práticas inclusivas em escolas transformadoras: acolhendo o aluno-sujeito (pp. 91-108). São Paulo, SP: Escuta.

Bernardino, L. M. F. Lavrador, M. B. Bechara, L. C. (2020). Quem são as crianças com Entraves Estruturais na constituição psíquica - EE? In Pesaro, M. E. Kupfer & M. C. Davini, J (Orgs.). Práticas inclusivas II: desafios para o ensino e a aprendizagem do aluno-sujeito (pp. 15-33). São Paulo, SP: Escuta.

Brasil. (2008). Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, de 7 de janeiro de 2008. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf

Brasil. (2008). Decreto Legislativo nº 186, de 9 de julho de 2008. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Recuperado de https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Congresso/DLG/DLG-186-2008.htm?msclkid=575e15f4a92c11ec8dc9b41ae20497d5

Brasil. (2009). Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Recuperado de https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d6949.htm

Brasil. (2011). Secretaria de Direitos Humanos. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: protocolo facultativo à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência; Decreto Legislativo nº 186, de 9 de julho de 2008; Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. (4ª ed. rev. e atual.). Brasília: SDH.

Brasil. (2012). Lei nº 12. 764, de 28 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Recuperado de https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm

Brasil. (2015). Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Recuperado de https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm

Brasil. Ministério da Educação. (2024). Matrículas na educação especial chegam a mais de 1,7 milhão. Recuperado de https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/matriculas-na-educacao-especial-chegam-a-mais-de-1-7-milhao

Coutinho, A. B. V. (2006). A inserção da psicanálise no campo educacional: apropriações de um discurso. Anais, 6. 6º Colóquio LEPSI IP/FE-USP. Recuperado de: http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000032006000100014&script=sci_arttext

Davini, J. & Madeira, N. (2017). O acompanhamento do processo escolar: história, singularidade e política na inclusão. In M. C. Kupfer, M. H. Souza Patto, & R. Voltolini (Orgs.). Práticas inclusivas em escolas transformadoras: acolhendo o aluno-sujeito (pp. 229-248). São Paulo, SP: Escuta.

Dunker, C. I. L. (2016). Acompanhante terapêutico (AT) na escola: a presença de portadores de síndromes e sintomas dos mais variados tipos e etiologias é um potencial ganho para os outros alunos em termos de aprendizado social. Uol.com.br. Recuperado de http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/acompanhante_terapeutico__at__na_escola.html

Fraguas, V., & Berlinck, M. T. (2001). Entre o pedagógico e o terapêutico. Algumas questões sobre o acompanhamento terapêutico dentro da escola. Estilos da Clínica, 6(11), 7-16. Doi: https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v6i11p7-16

Gavioli, C., Ranoya, F., Abbamonte, R. (2002). A prática do acompanhamento educacional na inclusão escolar: do acompanhamento do aluno ao acompanhamento da escola. Anais, 3. 3º Colóquio LEPSI IP/FE-USP. Recuperado de: http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000032001000300020%20&script=sci_arttext

Kupfer, M. C. M. (1997). Educação terapêutica: o que a psicanálise pode pedir à educação. Estilos Da Clínica, 2(2), 53-61. Doi: https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v2i2p53-61

Kupfer, M.C.M., Pinto, F.S.C.N., & Voltolini, R. (2010) O que uma criança pode fazer por outra? Sobre grupos terapêuticos de crianças. In Kupfer, M.C. & Pinto, F.S.C.N. (Orgs). Lugar de Vida, vinte anos depois (pp. 97-101). São Paulo, SP: Escuta.

Kupfer, M. C., Bernardino, L. M. F., & Mariotto, R. M. (2014). IRDI: De bebê a sujeito, a metodologia IRDI nas creches. São Paulo, SP: Escuta.

Kupfer, M.C., Patto, M. H., & Voltolini, R. (Orgs.) (2017). Práticas inclusivas em escolas transformadoras: acolhendo o aluno-sujeito. São Paulo, SP: Escuta.

Kupfer, M.C.M. Pesaro, M.E., Bernardino, L.M & Merletti, C. (2017). Princípios orientadores de práticas inclusivas. In M. C. Kupfer, M. H. Souza Patto, & R. Voltolini (Orgs.). Práticas inclusivas em escolas transformadoras: acolhendo o aluno-sujeito (pp. 17-33). São Paulo, SP: Escuta.

Kupfer, M.C.M. Pesaro, M.E., Bernardino, L.M & Merletti, C. (2017). Eixos teóricos da Metodologia do Estudo de Caso da Escola: o tempo da criança-sujeito. In M. C. Kupfer, M. H. Souza Patto, & R. Voltolini (Orgs.). Práticas inclusivas em escolas transformadoras: acolhendo o aluno-sujeito (pp. 35-49). São Paulo, SP: Escuta.

Kupfer, M. C., Bernardino, L. M. F. (2022). APEGI: Acompanhamento Psicanalítico de crianças em escolas, grupos e instituições: um instrumento para o trabalho com a criança-sujeito. São Paulo, SP: Escuta.

Maleval, J. C. (2018). O autista e sua voz. São Paulo, SP: Blucher.

Mendes, R. H.; Conceição, L. H. P. (2020). Histórico da educação inclusiva. In R. H. Mendes (Org.). Educação inclusiva na prática: experiências que ilustram como podemos acolher todos e perseguir altas expectativas para cada um (pp. 45-56). São Paulo, SP: Fundação Santillana.

Pegorelli, A. L. C. B. (2010). Um acompanhamento terapêutico na escola: seus alcances e possíveis entraves. Anais, 8. 8º Colóquio LEPSI IP/FE-USP. Recuperado de: http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000032010000100006&script=sci_arttext

Rizzi, H. J., Fukuda, J. E. (2012). A inclusão escolar e(m) seus exteriores. Anais, 9. 9º Colóquio LEPSI IP/FE-USP. Recuperado de: http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000032012000100025&script=sci_arttext

Sereno, D. (2006). Acompanhamento terapêutico e educação inclusiva. Psychê, 10(18), 167-179. Recuperado de https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-11382006000200016&lng=pt&tlng=pt

UNESCO. (1994). Declaração de Salamanca sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais. Disponível em http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf

Téléchargements

Publiée

2024-08-30

Numéro

Rubrique

Articles

Comment citer

Siqueira, L. D. de. (2024). Suivi scolaire des enfants présentant des entraves structurelles à la constitution psychique: apports et défis. Styles De La Clinique. Revue Sur Les Vicissitudes De l’enfance, 29(2), 295-310. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v29i2p295-310