Flujos globales de producción en salud: elementos para construir un mapa de los complejos industriales de la salud en el mundo
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2024.226220Palabras clave:
complejo industrial de la salud, circuito espacial productivo, insumos productivos, economía de la saludResumen
El artículo parte del supuesto de que los circuitos espaciales productivos tienen una dinámica global, como afirma Milton Santos (1988), construida por la articulación entre lugares y regiones de las diferentes formaciones socioespaciales que componen el actual sistema mundial. Esta dinámica transfronteriza se establece por la imposición de las temporalidades hegemónicas de los agentes globales, específicamente de aquellos que utilizan la simultaneidad instrumental para los fines de la acumulación capitalista. En la producción industrial, esta práctica espacial de las empresas se realiza, entre otras formas, a través del intercambio de insumos productivos entre países que tienen las mismas ramas de la industria, y aquí se trata de las que componen el complejo industrial sanitario. Es analizando estos flujos de insumos productivos y productos acabados que podemos crear indicadores y estimar los países que poseen estos complejos.
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