El envejecimiento de la población brasileña desde una perspectiva regional y urbana
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2024.221106Palabras clave:
envejecimiento de la población, red urbana regional, Desigualdades regionalesResumen
El envejecimiento de la población es uno de los mayores desafíos para las políticas de desarrollo regional y urbano de Brasil en este siglo XXI. Datos recientes muestran un panorama de enorme complejidad, por la velocidad del proceso de envejecimiento y las desigualdades regionales del país. El objetivo de este artículo es evaluar el índice de envejecimiento poblacional (IEP) en las grandes estructuras regionales brasileñas y en relación al sistema de ciudades jerarquizadas. El estudio se realizó con datos recientes del Censo Demográfico del IBGE de 2022 y se evaluó mediante técnicas exploratorias de datos espaciales. Los resultados mostraron situaciones de envejecimiento regional muy diferentes, siendo el IEP mayor en aquellas con una red urbana más integrada en el Sudeste y Sur y menor en las regiones más remotas del Norte y Nordeste. Existen diferencias importantes entre los centros urbanos en función de la centralidad, con variaciones que pueden ser casi opuestas entre regiones más y menos desarrolladas del país.
Descargas
Referencias
ANSELIN, L. Local indicators of spatial association – LISA. Geographical Analysis, Malden, v. 27, n. 2, p. 93-115, 1995.
BERQUÓ, E.; CAVENAGHI, S. Fecundidade em declínio: breve nota sobre a redução no número médio de filhos por mulher no Brasil. Novos Estudos, São Paulo, v. 74, p. 11-15, 2006.
BERTOLUCCI, L.; DELAZARI, G. M.; FAGUNDES, R. G. M.; PELLOSI, T. S. Dados populacionais: estimativas populacionais no ano de 2020 para os maiores municípios brasileiros, Regiões Geográficas Intermediárias e Unidades da Federação. Boletim, Uberlândia: CEPES/IERIUFU, 2020.
BRASIL – Presidência da República – Casa Civil. Lei Nº 10.741, de outubro de 2003 - Estatuto da Pessoa Idosa. Brasília, Presidência da República, 2003.
BRASIL. Emenda Constitucional Nº 103, de 12 de novembro de 2019. Altera o sistema de previdência social e estabelece regras de transição e disposições transitórias. Brasília, DF. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc103.htm
BRITO, F. Transição demográfica e desigualdades sociais no Brasil. Revista Brasileira de Estudos de População, Rio de Janeiro, v. 25, n. 1, p. 5-26, 2008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbepop/a/YZN87LBgMWZwKjFhYLCy4dx/abstract/?lang=pt
BRITO F.; HORTA C. J. G.; AMARAL E. F. L. A urbanização recente no Brasil e as aglomerações metropolitanas. Open Science Framework Preprints, Charlottesville, 2018. https://doi.org/10.31219/osf.io/84b92
CÂMARA, G.; CARVALHO, M. S.; CRUZ, O. C. Análise espacial de áreas. In: DRUCK, S. et al. (Org.). Análise espa¬cial de dados geográficos, Brasília: Embrapa, 2004, p. 155-205.
CAMARGOS, M. C. S.; GONZAGA, M. R.; COSTA, J. V.; BOMFIM, W. C. Estimativas de expectativa de vida livre de incapacidade funcional para Brasil e Grandes Regiões, 1998 e 2013. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 24, p. 737-747, 2019. https://doi.org/10.1590/1413-81232018243.07612017
CARMO, R. L.; CAMARGO, K. Dinâmica demográfica brasileira recente: padrões regionais de diferenciação. In: Desenvolvimento regional no Brasil: Políticas, estratégias e perspectivas. Org.: Aristides Monteiro Neto. Rio de Janeiro: IPEA, 2020, p. 23-115.
CARNEIRO, M. J.; SANDRONI, L. Tipologias e significados do “rural”: uma leitura crítica. In: O rural brasileiro na perspectiva do século XXI. Org.: Sergio Pereira Leite, Regina Bruno. Rio de Janeiro: Garamond, 2019, p. 43-58.
CORRÊA, R. L. As pequenas cidades na confluência do urbano e do rural. Geousp - Espaço e Tempo (Online), São Paulo, v. 15, n. 3, p. 5-12, 2011. https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2011.74228
DATASUS. Informações de Saúde. Óbitos infantis – Amazonas. Ministério da Saúde, Brasília, DF, 2021. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/inf10am.def.
DEMÉTRIO, N. B.; BAENINGER, R. O agronegócio e o urbano: migrantes internos e internacionais no Oeste Paulista. Cadernos Metrópole, São Paulo, v. 25, n. 56, p. 321-346, 2023. https://doi.org/10.1590/2236-9996.2023-5614
AUTOR. Referência a ser colocada após a avaliação.
FAUSTO, M. C. R.; ALMEIDA, P. F. D.; BOUSQUAT, A.; LIMA, J. G.; SANTOS, A. M. D.; SEIDL, H.; MENDONÇA, M. H. M.; CABRAL, L. M. S.; GIOVANELLA, L. Atenção Primária à Saúde em municípios rurais remotos brasileiros: contexto, organização e acesso à atenção integral no Sistema Único de Saúde. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 32, n. 1, 2023. https://doi.org/10.1590/S0104-12902023220382pt
FERREIRA, M. C. Iniciação à análise espacial: teoria, técnicas e exemplos para o geopro-cessamento. São Paulo: Unesp, 2014.
FOCHEZATTO, A.; PETRY, G. C.; BRAATZ, J.; MARTINEZ, P. M.; ROCHA, M. C. R. M. D. Envelhecimento populacional e financiamento público: análise do Rio Grande do Sul utilizando um modelo multissetorial. Revista Brasileira de Estudos de População, Rio de Janeiro, v. 37, 2020. https://doi.org/10.20947/S0102-3098a0128
FRANÇA, N. C.; FRANÇA, J. M. S. de; CAMPÊLO, G. L.; BADAGNAN, T. F.; MONTEIRO, R. M. L. Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará – IPECE, 2021. Texto para Discussão CAPP / Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE). Ceará: Ipece, 2021.
GOMES, N. F. M.; FIÚZA, A. L. C.; PINTO, N. M. A.; REMOALDO, P. C. A. C. Os rurais e a cidade: a mobilidade socioespacial dos habitantes do campo em pequenos municípios de economia agrícola. Ra’e Ga - O espaço geográfico em análise, Curitiba, v. 44, p. 242 -257, 2018.
GONÇALVES, G. Q.; CARVALHO, J. A. M. de; WONG, L. L. R.; TURRA, C. M. A transição da fecundidade no Brasil ao longo do século XX – uma perspectiva regional. Revista Brasileira de Estudos de População, Rio de Janeiro, v. 36, p. 1-34, 2019.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Agência IBGE Notícias. Em 2022, expectativa de vida era de 75,5 anos. Atualizado em 29/11/2023. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/38455-em-2022-expectativa-de-vida-era-de-75-5-anos.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Demográfico 2022 - População por idade e sexo Resultados do universo Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação. Rio de Janeiro: IBGE, 2023.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. REGIC - Regiões de Influência das Cidades. Acesso ao produto - Resultados definitivos. Rio de Janeiro, 2018. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-do-territorio/redes-e-fluxos-geograficos/15798-regioes-de-influencia-das-cidades.html.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira. Rio de Janeiro, 2019. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101678.pdf.
KALACHE, A. Envelhecimento populacional no Brasil: uma nova realidade. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 3, n. 3, p. 217-220, 1987.
KALACHE, A.; VERAS, R. P.; RAMOS, L. R. O envelhecimento populacional: uma realidade brasileira. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 21, n. 3, p. 211-224, 1987.
LEMOS, JOSÉ DE JESUS SOUSA. Mapa da exclusão social no Brasil: radiografia de um país assimetricamente pobre. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2012.
LIMONAD, E. “Novidades na urbanização brasileira?”. In: ELIAS, D.; PEQUENO, R. (orgs.). Tendências da urbanização brasileira: novas dinâmicas de estruturação urbano-regional. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2018, p. 25-58.
MARTINE, G. Brazil’s fertility decline, 1965-95: a fresh look at key factor. Population and a Development Review, New York, v. 22, n. 1, p. 48-75, 1996.
MATOS, R.; BAENINGER, R. Migração e urbanização no Brasil: processos de concentração e desconcentração espacial e o debate recente. Cadernos do Leste, Belo Horizonte, [S. l.], v. 8, n. 8, 2009.
MOREIRA, R. A formação espacial brasileira: uma contribuição crítica à geografia do Brasil. Rio de Janeiro: Consequência, 2012.
MUELLER, A. A. O fenômeno do esvaziamento populacional em municípios do Rio Grande do Sul – Brasil sob a lente da Abordagem das Capacidades. Redes, Santa Cruz do Sul, v. 22, n. 1, 2017.
O’NEILL, M. M.; OLIVEIRA, A. T. R. de. Concentração e dispersão urbana: o que nos reserva o futuro próximo? Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2021.
PAES, N. A.; GOUVEIA, J. F. Recuperação das principais causas de morte do Nordeste do Brasil: impacto na expectativa de vida. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 44 (2), 2010. https://doi.org/10.1590/S0034-89102010000200010.
QUEIROZ, S. N. de; OJIMA, R.; CAMPOS, J.; FUSCO, W. Migração em cidades médias do interior nordestino: a atração migratória como elemento distintivo. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, Presidente Prudente, [S. l.], v. 22, 2020. https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202033pt.
SANTOS, M.; SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Santos, Milton & Silveira, Maria Laura. São Paulo: Editora Record, 2001.
SILVA, L. E. D.; FREIRE, F. H. M. D. A.; PEREIRA, R. H. M. Diferenciais de mortalidade por escolaridade da população adulta brasileira, em 2010. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 32, 2016. http://dx.doi.org/10.1590/0102-311X00019815.
SOUZA, P. F. Uma história da desigualdade: a concentração de renda entre os ricos no Brasil (1926 – 2013). São Paulo: Hucitec, 2018.
STAMM, C.; STADUTO, J. A. R., LIMA, J. F. D.; WADI, Y. M. A população urbana e a difusão das cidades de porte médio no Brasil. Interações, Campo Grande, v. 14, p. 251-265, 2013. https://doi.org/10.1590/S1518-70122013000200011.
VASCONCELOS, A. M. N.; GOMES, M. M. F. Transição demográfica: a experiência brasileira. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 21(4), p. 539-548, 2012.
WORLD BANK. Fertility rate, total. Wasshington, DC, World Bank, 2020.
ZUANAZZI, P. T.; BANDEIRA, M. D. Projeções populacionais do Estado do Rio Grande do Sul para o período 2015-2050. Indicadores Econômicos FEE, Porto Alegre, v. 40(3), 2013.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Rivaldo Faria, Pedro Spode

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores que publiquen en esta revista estarán de acuerdo con los siguientes términos:
- Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la revista el derecho a la primera publicación, con el trabajo con una licencia de uso de atribución CC-BY, que permite distribuir, mezclar, adaptar y crear con base en su trabajo, siempre que sean respetados los derechos de autor, de la forma especificada por CS.
- Los autores están autorizados a asumir contratos adicionales y por separado, para la distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicado en esta revista (por ejemplo, publicación en repositorio institucional o como capítulo de un libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.
- Se permite y se alienta a los autores a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) en cualquier momento antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y las citaciones del trabajo publicado (ver El efecto del acceso abierto).

