Spatial practices and writings of youth:an Inventory of the graffiti in Arquiteto Hélio Fadel overpass, Juiz de For a - MG

Authors

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2025.234984

Keywords:

youth marks, graffiti, Spatial practices

Abstract

This work aims to recognize the presence of young people in the city's landscape by identifying their graffiti. Expressions of practices that mark the space and sketch into the city's landscape the presence and existence of individuals who are often made invisible unequal cities. We present the effort to recognize the presence and action of these young people through the identification and inventory of the graffiti in the occupation carried out by the Espaço Hip Hop Collective in the city, on a central overpass in the city of Juiz de Fora, Zona da Mata Mineira. We understand that graffiti marks the landscape by producing space through spatial practices that are strongly influenced by the condition of youth.

Downloads

Download data is not yet available.

References

BRUCE RODRIGUES, G. Quando a política encontra a cultura: a cidade vista (e apropriada) pelo movimento hip-hop. Revista Cidades, Brasil, v. 6, n. 9, p. 93–120, 2021.

CASSAB, C. Pensando juventudes e cidade a partir da experiência de jovens cotistas. In: OLIVEIRA, V. H. N. (Org.). Geografia das Juventudes. 1. ed. Porto Alegre: GEPJUVE, 2023, v. 1, p.77-107.

CONSTRUÇÃO NACIONAL DA CULTURA HIP HOP. Projeto Inventário participativo da Cultura Hip Hop brasileira. Brasília, p. 1-78, 2023. Disponível em https://www.gov.br/iphan/pt-br/assuntos/noticias/movimento-realiza-pedido-de-registro-do-hip-hop-como-patrimonio-cultural-do-brasil-1/VersoPrincipalInventrioParticipativo.pdf. Acesso em 26 jun. 2024.

DINIZ, A. M. A.; FERREIRA, R. G. B.; LACERDA, A. G. Territórios renitentes: os efeitos das políticas repressivas à pichação em Belo Horizonte (2011-2015). Caderno de Geografia, v. 27, n. 50, 2017.

GUERRA, G. La ciudad y sus escrituras alternativas: la marca del graffiti como interpelación política. Universidad Andina Simón Bolívar, Programa de Estudios de la Cultura, 2013. Disponível em https://www.academia.edu/3613830/La_ciudad_y_sus_escrituras_alternativas_la_marca_del_graffiti_como_interpelaci%C3%B3n_pol%C3%ADtica. Acesso em 25 jun. 2024.

HOPKINS, P. Young people's spaces. In: FOLEY, P.; LEVERETT, S. (Eds). Children and Young People's Spaces: Developing Practice. Basingstoke: Palgrave, 2010, p.25-39.

IPHAN. Educação patrimonial: inventários participativos. Brasília, 2016.

MENDES, J. T. N. Políticas habitacionais e juventude: incursões sobre a morada dos jovens pobres na cidade. In: BARBOSA, J. L.; DAMASCENO, I. (Org.). Juventudes das Cidades. 1ed. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2020, v. , p. 120-137.

LÉVY, J. O contato e o afastamento. In: LÉVY, J. Le Tournant Géographique: Penser l’espace pour lire le monde. Paris: Belin, 1999.

LEGROUX, J. A triplicidade do espaço e das práticas cotidianas de mobilidade para o estudo da fragmentação socioespacial. GEOgraphia, v. 23, n. 51, 19 jul. 2021.

LIMA, F. R. B. Graffiti: Patrimônio cultural material ou imaterial? Art&Sensorium: Revista Interdisciplinar Internacional de Artes Visuais. v. 10, n. 01, p. 97-110, 2023.

MONDARDO, M. L.; GOETTERT, J. D. Territórios simbólicos e de resistência na cidade: grafias da pichação e do graffiti. Terr@ Plural, [S. l.], v. 2, n. 2, p. 293–308, 2009.

MOREIRA, R. Uma ciência das práticas e saberes espaciais. Rev. Tamoios. São Gonçalo. ano 13, n. 2, p. 26-43, 2017. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/index.php/tamoios/article/view/30458. Acesso em: 18 mar. 2025.

OLIVEIRA, J.; BARBOSA, J. L. A rua é nóiz - fundamento hip-hop e direito à cidade. ENANPEGE, 15, Campina Grande, 2023. Anais [...]. Campina Grande: Realize Editora, 2023.

PADUA, R. F. de. Pensando a noção de prática socioespacial. In: CARLOS, A. F. A.; SANTOS, C. S.; ALVAREZ, I. P. (Org.). Geografia urbana crítica: teoria e método. São Paulo, Contexto, p. 35-52, 2018.

PIRES, V. M. H; RODRIGUES, J. N.; VASCONCELOS, M. A.; CASSAB, C. Inventário dos graffitis: uma proposta para o reconhecimento das grafias das juventudes em Juiz de Fora – MG. Seminário Brasileiro de Pesquisa com Juventudes na geografia, 1, 2024, Online. Anais [...]. Porto Alegre: GEPJUVE, 2024. 236 p. v. 1. Disponível em: https://www2.ufjf.br/nugea/wp-content/uploads/sites/338/2024/05/ANAIS-DO-I-SEMIN%C3%81RIO-BRASILEIRO-DE-PESQUISA-COM-JUVENTUDES-NA-GEOGRAFIA-final.pdf. Acesso em: 24 jun. 2024.

PIRES, V. M. H; RODRIGUES, J. N.; CASSAB, C. Juventudes e cultura urbana: uma análise do perfil dos participantes do 'Espaço Hip Hop’ em Juiz de Fora. Seminário Cidades, Territórios e Direitos: A Cultura na Construção do Espaço Urbano, 5, 2024, Viçosa. Anais [...]. Viçosa: Pupa – Laboratório de Pesquisa em Urbanidades e Patrimônio, UFV, 2024.

SPOSITO, M. E. B.. Práticas espaciais e reestruturação em cidades médias. In: FERREIRA, A.; RUA, J.; MATTOS, R. C. (Orgs.). O espaço e a metropolização: cotidiano e ação. Rio de Janeiro: Consequência Editora, p. 627-677, 2017.

SODRÉ, R. Prática espacial, habitus e espaço urbano: ensaio de geografia da vida cotidiana. Geopauta, Vitória da Conquista, v. 5, n. 1, e7287, 2021. Disponível em: http://periodicos2.uesb.br/index.php/geo. Acesso em: 03 mar. 2025.

SOUZA, M. L. de. Como Estado, apesar do Estado, contra o Estado: os movimentos urbanos e suas práticas espaciais, entre a luta institucional e a ação direta. Cidades, v. 7, n. 11, p. 13-47, 2010.

SOUZA, M. L. de. Os conceitos fundamentais da pesquisa sócio-espacial. 2. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2015.

Published

2025-08-01

Issue

Section

Dossiê: Territórios da Juventude: conexões entre cidade, política e afeto

How to Cite

Cassab, C. (2025). Spatial practices and writings of youth:an Inventory of the graffiti in Arquiteto Hélio Fadel overpass, Juiz de For a - MG. Plural, 32(1). https://doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2025.234984