Editorial
DOI :
https://doi.org/10.4000/pontourbe.11524Résumé
O segundo semestre de 2021 trouxe um endurecimento ainda maior das condições para conduzir e divulgar pesquisas no Brasil. O obscurantismo e o negacionismo que se tornaram política de Estado em diferentes esferas se materializa no corte crítico de verbas do CNPq, nas ingerências realizadas na CAPES que levaram à renúncia de mais de uma centena de pesquisadoras e pesquisadores, na contínua perda de autonomia das universidades e na sistemática desacreditação e mesmo perseguição de pesquisadoras e pesquisadores das mais diferentes áreas. E, se as humanidades sofrem particular impacto nesse cenário, na mesma proporção aumenta seu dever em oferecer descrições e análises criteriosas dos fenômenos sociais sobre os quais se detêm.
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(c) Copyright Ana Letícia de Fiori, Juliana Caruso 2021

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