Amar sem temer nas ruas de São Paulo: mulheres lésbicas e bissexuais pelo direito de (r)existir!
DOI:
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3132Palabras clave:
feminismo, lésbicas, movimento social, manifestação políticaResumen
Há pouco mais de dez dias do feriado de Corpus Christi, o Senado Federal aprovou a abertura do processo de impeachment e afastamento da presidente Dilma Roussef. No decorrer de cento e oitenta dias, o governo é assumido interinamente pelo vice-presidente, Michel Temer. Diante dos controversos posicionamentos e argumentações que sustentaram a aprovação do processo, movimentos sociais saíram às ruas para denunciar o chamado “golpe parlamentar”, agregando a este grito a defesa de direitos já conquistados, ameaçados por possíveis retrocessos que assombram mais despudoradamente desde as eleições de 2014. Para além das disputas ideológicas, que também envolvem diferentes interesses econômicos, é necessário não perder de vista que estamos a falar da crise política e seus desdobramentos no governo da primeira presidente mulher do país.
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