Popular education, public action, and vulnerabilities: the young people in Red Ubuntu in M’Boi Mirim

Authors

DOI:

https://doi.org/10.1590/0103-6564e240027

Keywords:

youth, education, vulnerability, popular education, public action

Abstract

This study finds the reasons for perseverance of young people living in M’Boi Mirim c southern São Paulo grown  in preparing for the selection processes for higher education. By research and action in partnership with the Ubuntu Popular Education Network, we found that, despite the lack of engagement with the formal education system, young people find an experience of belonging and complicity among peers in it  that can give new meanings to their own experience of study and learning, expanding their expectations for the future. Although their paths may fluctuate depending on their financial, family, and relational situation, an eventual interruption fails to represent an “evasion” of their training process (which would suggest the context of formal education). We propose that the Ubuntu Network experience be read as a public action that can produce relevant knowledge about teaching-learning practices with young people, contributing to policies in vulnerable situations.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Tiago Corbisier Matheus, Fundação Getulio Vargas

    Centro de Estudos em Administração Pública e Governo da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, Fundação Getulio Vargas, São Paulo, SP, Brasil.

  • Lúcio Nagib Bittencourt, Universidade Federal do ABC

    Universidade Federal do ABC, Santo André, SP, Brasil. Professor Adjunto, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas (PGPP)

References

Batista, N. C. S., Bernardes, J., & Menegon, V. S. M. (2014). Conversas no cotidiano: um dedo de prosa na pesquisa. In M. J. P. Spink, J. I. M. Brigagão, V. L. V. Nascimento, & M. P. Cordeiro (Orgs.), A produção de informação na pesquisa social: compartilhando ferramentas (pp. 97-122). Rio de Janeiro, RJ: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.

Blass, L. M. (2006). Juventude e trabalho. In M. R. Costa & E. M. Silva (Orgs.), Sociabilidade juvenil e cultura urbana (pp. 55-78). São Paulo, SP: Educ.

Brava, Instituto Unibanco, Insper & Instituto Ayrton Senna. (2017). Políticas públicas para redução do abandono e evasão escolar de jovens. São Paulo, SP: Instituto Ayrton Senna. Recuperado de https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/6215

Caldeira, T. P. (2000). Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. . São Paulo, SP: Edusp.

Cardona, M. G., Cordeiro, R. N., & Brasilino, J. (2014). Observação no cotidiano: um modo de fazer pesquisa em psicologia social. In M. J. P. Spink, J. I. M. Brigagão, V. L. V. do Nascimento & M. P. Cordeiro (Orgs.), A produção de informação na pesquisa social: compartilhando ferramentas (pp. 123-148). Rio de Janeiro, RJ: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.

Castro, C. A. (2019). Cursinhos alternativos e populares: geografia das lutas.Curitiba, PR: Appris.

Certeau, M. (2012). A invenção do cotidiano: 1 Artes de fazer. (18a ed.). Petrópolis, RJ: Vozes.

Czarniawska, B. (2008). Organizing: how to study it and how to write about it. Qualitative Research in Organizations and Management, 3(1). doi: 10.1108/17465640810870364

D’Avila, G. T, Krawulski, E., Veriguine, N. R., & Soares, D. H. (2011). Acesso ao ensino superior e o projeto de “ser alguém” para vestibulandos de um cursinho popular. Psicologia & Sociedade, 23(2), 350-358. doi: 10.1590/S0102-71822011000200016

Davok, D. F., & Bernard, R. P. (2016). Avaliação dos índices de evasão nos cursos de graduação da Universidade Estadual de Santa Catarina – UDESC. Avaliação, 21(2), 503-521. doi: 10.1590/S1414-40772016000200010

Deak, M. (2022). Pandemia, risco e novos grupos vulneráveis. In P. K. Spink; F. Burgos & M. A. Alves (Orgs.), Vulnerabilidade(s) e ação pública: concepções, casos e desafios. São Paulo, SP: Programa Gestão Pública e Cidadania.

Dreze, J., & Sen, A. (1989). Hunger and public action. Oxfornd, GB: Oxford University Press.

Farias, V., & Bischoff, W. (2023, 1 de julho). Censo do IBGE: Cidades médias ‘puxam’ crescimento do Brasil. G1. Recuperado de https://g1.globo.com/economia/censo/noticia/2023/07/01/censo-do-ibge-cidades-medias-puxam-crescimento-do-brasil.ghtml

Feltran, G. (2011). Fronteiras de tensão: política e violência nas periferias de São Paulo. São Paulo, SP: Unesp.

Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo, SP: Paz e Terra.

Gadotti, M. (2023). Retomar o sonho interrompido para esperançar e educar em tempos de barbárie. In J. S. Vasconcelos, M. T. Mendes & D. Mussi (Orgs.), Paulo Freire e a educação popular: esperançar em tempos de barbárie (pp. 37-57). São Paulo, SP: Elefante.

Grigoletto, F., Alves, M. A. (2019). Leitura do institucionalismo organizacional a partir da teoria do organizar de Karl Weick. Cadernos EBAPE.BR, 17(2), 248-282. doi: 10.1590/1679-395172948

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. (2017). Atlas da violência. Recuperado de https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/arquivos/artigos/2898-atlasdaviolencia2017completo.pdf

Kato, D. S. (2011). O papel dos cursinhos populares nos acessos e mudanças de perspectivas de seus participantes. Cadernos CIMEAC, 1(1), 5-24. doi: 10.18554/cimeac.v1i1.1430

Lazarini, A., & Di Pierro, M. C. (2023). Cursinhos Populares como Movimento Social: a democratização do ensino superior em pauta. Revista Internacional de Educação de Jovens e Adultos, 5(10), 50-64. Recuperado de https://revistas.uneb.br/index.php/rieja/article/view/50-64/12537

Matheus, T. C. (2018). Pesquisa e ação local: sobre bússola e outros instrumentos de viagem. Psicologia USP, 29(1), 31-39. doi: 10.1590/0103-656420170021

Medrado, B., Spink, M. J., & Méllo, R. P. (2014). Diários como atuantes em nossas pesquisas: narrativas ficcionais implicadas. In M. J. P. Spink, J. I. M. Brigagão, V. L. V. Nascimento & M. P. Cordeiro (Orgs.), A produção de informação na pesquisa social: compartilhando ferramentas (pp. 173-194). Rio de Janeiro, RJ: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.

Ministério da Educação. (2019, 8 de abril). Ministro quer parceria da sociedade no combate à evasão e ao baixo desempenho escolar. Portal MEC. Recuperado de https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/2020-2021/ministro-quer-parceria-da-sociedade-no-combate-a-evasao-e-ao-baixo-desempenho-escolar

Ministério da Educação. (2022). Segundo eixo da Política de Recuperação das Aprendizagens visa garantir o acesso e combater evasão e abandono escolar. Portal MEC. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/ultimas-noticias/211-218175739/71701-acompanhamento-de-criancas-com-risco-de-evasao-sera-intensificado

Portella, W. C. (2015). A evasão no ensino superior e o capital simbólico: o caso da UNIFESP Guarulhos (Trabalho de conclusão de curso). Universidade Federal de São Paulo, São Paulo.

Rancière, J. (2013). O mestre ignorante: cinco lições sobre a emancipação intelectual (3ª ed). São Paulo, SP: Autêntica.

Reis, E. M., Sobreira, L., & Alcantara, P. I. (2018). Panorama da distorção idade-série no Brasil. São Paulo, SP: UNICEF Brasil. Recuperado de https://www.unicef.org/brazil/media/461/file

Ribeiro, M. G. (2017). Desigualdade de renda: a escolaridade em questão. Educação & Sociedade, 38(138), 169-188. doi: 10.1590/ES0101-73302016154254

Sampaio, S. M. R. (2011). Entre a escola pública e a universidade: longa travessia para jovens de origem popular. In S. M. R. Sampaio (Org.), Observatório da vida estudantil: primeiros estudos (pp. 27-51). Salvador, BA: Edufba. Recuperado de http://books.scielo.org/id/n656x/pdf/sampaio-9788523212117-03.pdf

Santos, P. (2022, 23 de junho). Rede Ubuntu de Cursinhos Populares oferece alimentação gratuita para estudantes na zona sul de São Paulo. Desenrola e não me Enrola. Recuperado de https://desenrolaenaomenrola.com.br/territorios-criativos/rede-ubuntu-de-cursinho-popular-oferece-alimentacao-gratuita-a-estudantes-na-zona-sul-de-sao-paulo-1

Silva, R. B. G., Guerra, S. P. S., Araújo, M. A. M., & Almeida, L. L. (2010). Evasão no cursinho pré-vestibular da FCA/UNESP: a interpretação do aluno evadido. Revista Científica em Extensão, 6(1), 67-82. Recuperado de https://ojs.unesp.br/index.php/revista_proex/article/view/160/338

Spink, M. J. (2018). Viver em áreas de risco: reflexões sobre vulnerabilidades socioambientais. São Paulo, SP: Educ.

Spink, M. J., Brigagão, J. I., Nascimento, V. L. V., & Cordeiro, M. P. (2014). (Orgs.) A produção de informação na pesquisa social: compartilhando ferramentas. Rio de Janeiro, RJ: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.

Spink, P. K. (2001). O lugar do lugar na teoria organizacional [Edição especial]. Revista de Administração Contemporânea, 5, 11-34. doi: 10.1590/S1415-65552001000500002

Spink, P. K. (2003). Pesquisa de campo em psicologia social: uma perspectiva pós-construcionista. Psicologia & Sociedade, 15(2), 18-42. doi: https://doi.org/10.1590/S0102-71822003000200003

Spink, P. K. (2008). Pesquisador conversador no cotidiano [Edição especial]. Psicologia & Sociedade, 20, 70-77. doi: 10.1590/S0102-71822008000400010

Spink, P. K. (2013). Psicologia Social e políticas públicas: linguagens de ação na era dos direitos. In E. Marques & C. A. P. Faria (Orgs.), A política pública como campo multidisciplinar (pp. 155-180). São Paulo, SP: Unesp.

Spink, P. K. (2014). Bringing the horizon back in: the mid-range approach to Organizational Studies. Revista Brasileira de Estudos Organizacionais, 1(1), 1-26. doi: 10.21583/2447-4851.rbeo.2014.v1n1.29

Spink, P. K. (2016). The public action languages approach to public affairs. Cadernos Gestão Pública e Cidadania, 21(70), 160-175. doi: 10.12660/cgpc.v21n70.64366

Spink, P. K., Burgos, F., & Alves, M. A. (2022). Vulnerabilidade(s) e ação pública: concepções, casos e desafios. São Paulo, SP: Programa Gestão Pública e Cidadania.

Spink, P. K, Lotta, G. S., & Burgos, F. (2021). Institutional vulnerability and trust in public agencies: views from both sides of the street. Governance, 34(4), 1057-1073. doi: 10.1111/gove.12574

Tartuce, G. L. B. P., Souza, L. B., & Almeida, P. A. (2023). Projeto de vida: como pesquisadores da área da Psicologia e da Educação abordam essa categoria? Revista Eletrônica de Educação, 17, e6187038. doi: 10.14244/198271996187

Teles, V. S., & Hirata, D. (2017) Cidade e práticas urbanas: entre o informal, o ilegal e o ilícito. Estudos Avançados, 21(61), 173-191. doi: 10.1590/S0103-40142007000300012

Thoenig, J.-C. (1997). Política pública y acción pública. Gestión y Política Pública, 6(1), 19-37.

Vasconcelos, J. S., Mendes, M. T., & Mussi, D. (Orgs.). (2023). Paulo Freire e a educação popular: esperançar em tempos de barbárie. São Paulo, SP: Elefante.

Whitaker, D. C. A. (2010). Da “invenção” do vestibular aos cursinhos populares: um desafio para a orientação profissional. Revista Brasileira de Orientação Profissional, 11(2), 289-297. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbop/v11n2/v11n2a13.pdf

Zago, N. (2008). Cursos pré-vestibulares populares: limites e perspectivas. Perspectiva, 26(1), 149-174. doi: 10.5007/2175-795x.2008v26n1p149

Published

2025-07-25

Issue

Section

Articles

How to Cite

Popular education, public action, and vulnerabilities: the young people in Red Ubuntu in M’Boi Mirim. (2025). Psicologia USP, 36, e240027. https://doi.org/10.1590/0103-6564e240027