Intervenção educativa com cartilha sobre sífilis para mulheres em situação de vulnerabilidade sexual: estudo quase-experimental

Autores

  • Vanessa Kelly Cardoso Estumano Universidade Federal do Pará, Belém, PA, Brasil.
  • Pedro Paulo Santos Nunes Universidade Federal do Pará, Faculdade de Enfermagem, Belém, PA, Brasil. Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Brasil.
  • Aline Maria Pereira Cruz Ramos Universidade Federal do Pará, Belém, PA, Brasil.
  • Marcia Helena Machado Nascimento Universidade do Estado do Pará, Belém, PA, Brasil.
  • Guilherme Guarino de Moura Sá Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Pesqueira, PE, Brasil.
  • Eliã Pinheiro Botelho Universidade Federal do Pará, Belém, PA, Brasil.
  • Cintia Yolette Urbano Pauxis Aben-Athar Universidade Federal do Pará, Belém, PA, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1518-8345.8010.4808

Palavras-chave:

Mulheres; Populações Vulneráveis; Vulnerabilidade Sexual; Sífilis; Estudo de Intervenção; Enfermagem.

Resumo

Objetivo:  avaliar o conhecimento de mulheres ribeirinhas sobre sífilis antes e após intervenção educativa com uso de cartilha. Método:  estudo quase-experimental, comparativo, com delineamento antes e depois, realizado com 40 mulheres ribeirinhas por meio de roda de conversa com leitura compartilhada da cartilha. Para análise dos dados, utilizou-se o teste não-paramétrico de Wilcoxon. Resultados:  a maioria das mulheres tinha de 18 a 29 anos, era casada ou estava em união estável e tinha o ensino fundamental. A maioria já ouviu falar sobre sífilis por meio dos profissionais de saúde. Realizaram exame para detecção de sífilis e já realizaram tratamento anterior para sífilis. Ao comparar as pontuações do pré-teste e do pós-teste imediato, observou-se aumento do conhecimento sobre sífilis. Ao analisar a fase pós-teste imediato com o pós-teste 7 dias, não houve diferença significativa, ou seja, o conhecimento adquirido se manteve o mesmo após 7 dias da intervenção educativa. Ao analisar a fase pré-teste e a fase pós-teste 7 dias, observou-se melhora do conhecimento. Conclusão:  a intervenção educativa por meio de roda de conversa com leitura compartilhada da cartilha mostrou-se eficaz na aquisição de conhecimento sobre sífilis entre mulheres ribeirinhas, evidenciada pela melhora significativa do conhecimento nos resultados do pós-teste.

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Referências

Publicado

2026-03-16

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Estumano, V. K. C., Nunes, P. P. S., Ramos, A. M. P. C., Nascimento, M. H. M., Sá, G. G. de M., Botelho, E. P., & Aben-Athar, C. Y. U. P. (2026). Intervenção educativa com cartilha sobre sífilis para mulheres em situação de vulnerabilidade sexual: estudo quase-experimental. Revista Latino-Americana De Enfermagem, 34, e4808. https://doi.org/10.1590/1518-8345.8010.4808