Intervenção educativa com cartilha sobre sífilis para mulheres em situação de vulnerabilidade sexual: estudo quase-experimental
DOI:
https://doi.org/10.1590/1518-8345.8010.4808Palavras-chave:
Mulheres; Populações Vulneráveis; Vulnerabilidade Sexual; Sífilis; Estudo de Intervenção; Enfermagem.Resumo
Objetivo: avaliar o conhecimento de mulheres ribeirinhas sobre sífilis antes e após intervenção educativa com uso de cartilha. Método: estudo quase-experimental, comparativo, com delineamento antes e depois, realizado com 40 mulheres ribeirinhas por meio de roda de conversa com leitura compartilhada da cartilha. Para análise dos dados, utilizou-se o teste não-paramétrico de Wilcoxon. Resultados: a maioria das mulheres tinha de 18 a 29 anos, era casada ou estava em união estável e tinha o ensino fundamental. A maioria já ouviu falar sobre sífilis por meio dos profissionais de saúde. Realizaram exame para detecção de sífilis e já realizaram tratamento anterior para sífilis. Ao comparar as pontuações do pré-teste e do pós-teste imediato, observou-se aumento do conhecimento sobre sífilis. Ao analisar a fase pós-teste imediato com o pós-teste 7 dias, não houve diferença significativa, ou seja, o conhecimento adquirido se manteve o mesmo após 7 dias da intervenção educativa. Ao analisar a fase pré-teste e a fase pós-teste 7 dias, observou-se melhora do conhecimento. Conclusão: a intervenção educativa por meio de roda de conversa com leitura compartilhada da cartilha mostrou-se eficaz na aquisição de conhecimento sobre sífilis entre mulheres ribeirinhas, evidenciada pela melhora significativa do conhecimento nos resultados do pós-teste.
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