Ocio en destinos turísticos inteligentes Españoles: importancia de las herramientas tecnológicas como facilitadoras de la experiencia turística
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v36pe025007Palabras clave:
Destino turístico inteligente, Turismo inteligente, Actividades de ocio, Ocio turístico, EspañaResumen
El Destino Turístico Inteligente (DTI) se destaca en la literatura científica sobre el tema como un concepto innovador, apoyado en infraestructura tecnológica de vanguardia, accesible y comprometido con la sostenibilidad de las zonas turísticas. El artículo analiza las actividades de ocio experimentadas por los turistas en DTIs de España, investigando si la experiencia turística se facilita mediante herramientas tecnológicas, así como verificando si los turistas reconocen el destino español visitado como un DTI. La metodología es de carácter mixto (cualitativa y cuantitativa) y contempló observaciones, cuestionarios y entrevistas realizadas entre junio y diciembre de 2023 con visitantes de ocho destinos seleccionados mediante criterios preestablecidos: Almería, Benidorm, Cuenca, Gijón, Las Palmas de Gran Canaria, Palma de Mallorca, San Sebastián y Santander. Los análisis de contenido se realizaron utilizando los programas Nvivo, SPSS, RStudio y Excel. Las actividades de ocio más experimentadas por los participantes corresponden a las características culturales de los destinos españoles estudiados, con especial énfasis en el patrimonio histórico-cultural y la gastronomía. También destacaron las actividades de ocio en entornos naturales, eventos artísticos y festivales de cine. Pocos participantes utilizaron herramientas tecnológicas para facilitar la experiencia turística en el destino español visitado. Este resultado evidencia que el avance de las tecnologías digitales no siempre modifica de manera inmediata los comportamientos y experiencias de ocio de los turistas, tal como se señala en las publicaciones sobre Turismo Inteligente y DTIs.
Descargas
Referencias
Araújo, T. M. O., Farias, M. F., & Ferreira, L. V. F. (2020). Um estudo sobre modelo de gestão dos negócios com ênfase no turismo 4.0. Turismo: Estudos & Práticas (UERN), 9(2), 1–20. http://natal.uern.br/periodicos/index.php/RTEP/article/view/2170/1968
Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. Edições 70.
Beeton, S. (2005). Film-induced Tourism. Channel View Publications.
Bezerra, L. T. (2019). Experiência Memorável de Turistas em Natal-RN. Revista Turismo em Análise, 30(3), 480-495. https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v30i3p480-495
Brandão, M., Joia, L. A., & Teles, A. (2016). Destino turístico inteligente: um caminho para transformação. Anais do Seminário da ANPTUR – 2016. https://www.anptur.org.br/anais/anais/files/13/451.pdf
Buhalis, D., & Amaranggana, A. (2014). Smart tourism destinations. In Xiang, Z., & Tussyadiah, I. (Eds.). Information and communication technologies in tourism (pp. 553–564). Springer.
Camargo, L. O. de L. (2019). Hospitalidade, turismo e lazer. Revista Brasileira de Pesquisa Em Turismo, 13(3), 1–15. https://doi.org/10.7784/rbtur.v13i3.1749
Canclini, N. G. (1994). O patrimônio cultural e a construção do imaginário nacional. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, (23), 94–115.
Carballido, A., & Guevara-Plaza, A. (2021). El concepto de smart destination en la investigación turística. Revisión sistemática de la literatura para su definición y normalización. Cuadernos de Turismo, (48), 301–323. https://doi.org/10.6018/turismo.492781
Carrasco-García, P. M., Fría Jamilena, D. M., & Polo Peña, A.I. (2022). La formación del capital de marca de un destino turístico a partir de la experiencia turística generada en medios sociales. Investigaciones Turísticas, (23), 24–47. https://doi.org/10.14198/INTURI2022.23.2
Chandralal, L., & Valenzuela, F.-R. (2015). Memorable tourism experiences: scale development. Contemporary Management Research, 11(3), 291–310. https://doi.org/10.7903/cmr.13822
Chen, H., & Rahman, I. (2018). Cultural tourism: An analysis of engagement, cultural contact, memorable tourism experience and destination loyalty. Tourism Management Perspectives, 26, 153–163. https://doi.org/10.1016/j.tmp.2017.10.006
Creswell, J. W., & Plano Clarck, V. L. (2011). Designing and conducting mixed methods research. Sage Publications.
Faria, D. N. C. (2021). O perfil do visitante às produtoras vitivinícolas em um destino turístico de sol e mar. (Dissertação de Mestrado) – Universidade do Algarve.
Fernandes, T., & Cruz, M. (2016). Dimensions and outcomes of experience quality in tourism: The case of Port wine cellars. Journal of Retailing and Consumer Services, 31, 371–379.
Flick, U. (2009). Qualidade na pesquisa qualitativa. Artmed.
Font-Garolera, J. (2012). Turismo y políticas turísticas en el Pirineo Catalán. In Lasagabaster I. (Org.), Los Pirineos: Geografía, Turismo, Agricultura, Cooperación transfronteriza y Derecho (pp. 5–28). Argitalpen Zerbitzua.
Gândara, J. M. G. (2009). Reflexões sobre o Turismo Gastronômico na perspectiva da sociedade dos sonhos. In A. Panosso Netto & M. Gomes Ansarah (Eds.), Segmentação do mercado turístico: estudos, produtos e perspectivas. Manole.
Gastal, S., & Beber, A. M. C. (2019). Lazer, práticas alimentares e mediação cultural: discutindo o gastronômico. In C. L. Gomes, J. A. O. Debortoli, & L. P. da Silva (Eds.), Lazer, práticas sociais e mediação cultural (pp. 203–218). Autores Associados.
Gastal, S., & Moesch, M. (2007). Turismo, políticas públicas e cidadania. Aleph.
Goeldner, C. R., Ritchie, J. R. B., & McIntosh, R. W. (2002). Turismo: Princípios, práticas e filosofias. Bookman.
Gomes, C. L. (2018). Interface Lazer e Turismo: O ponto de vista de pesquisadores espanhóis. Revista Brasileira De Estudos Do Lazer, 5(2), p.68–85. Recuperado de: https://periodicos.ufmg.br/index.php/rbel/article/view/608
Gomes, C. L. (2025). O Lazer como fundamento do Direito ao Turismo. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, 19, 3124. https://doi.org/10.7784/rbtur.v19.3124
Gomes, C.L. (2024). A Alquimia do Lazer. Atena.
Gomes, C. L., Pereira, J. K. C., Oliveira, A. P. G. S. (2025). A Experiência de Turistas em Destinos Inteligentes na Espanha: Análise Referenciada nos Eixos do Modelo Desenvolvido pela Segittur. Turismo. Visão e Ação, 27, e20716. https://doi.org/10.14210/tva.v27.20716
Gomes, C. L., Pereira, J. K. C., Oliveira, A. P. G. S., Alves, K. dos S. & Sánchez, D. (2024). Estudos de revisão sobre destinos turísticos inteligentes: uma análise crítica e integrativa da literatura. Rosa dos Ventos -Turismo e Hospitalidade, 16(4), 1055-1083. http://dx.doi.org/10.18226/21789061.v16i4p1083
Gomes, C. L., & Amaral, M. T. M. (2005). Metodologia da pesquisa aplicada ao lazer. SESC/DN.
Gontijo, B. M., & Rego, J. F. (2001). Por uma atitude turística pessoalizante. In I. F. Faria (Org.), Turismo: sustentabilidade e novas territorialidades (pp. 1–16). EDUA.
Gretzel, U., Reino, S., Kopera, S., & Koo, C. (2015). Smart Tourism Challenges. Journal of Tourism, 16(1), 41–47.
Jensen, R. (1999). The Dream Society: How the Coming Shift from Information to Imagination Will Transform Your Business. McGraw-Hill.
Jovicic, D. Z. (2017). From the traditional understanding of tourism destination to the smart tourism destination. Current Issues in Tourism, 22(3), 276–282. https://doi.org/10.1080/13683500.2017.1313203
Kalaoum, F., & Trigo, L. G. G. (2022). Violência, Lazer e Turismo na Baixada Fluminense - Verde. Revista Rosa Dos Ventos - Turismo E Hospitalidade, 14(4). https://sou.ucs.br/etc/revistas/index.php/rosadosventos/article/view/11634
Kim, J.-H. (2018). The Impact of memorable tourism experiences on loyalty behaviors: the mediating effects of destination image and satisfaction. Journal of Travel Research, 57(7), 856-870. https://doi.org/10.1177/0047287517721369
Laville, C., & Dionne, J. (1999). A construção do saber: Manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Artmed.
Ávila Munõz, A. L., & García Sánchez, S. (2015). Destinos Turísticos Inteligentes. Revista Economia Industrial, 395, 61–69. https://www.mincotur.gob.es/Publicaciones/Publicacionesperiodicas/EconomiaIndustrial/RevistaEconomiaIndustrial/395/LOPEZ%20DE%20AVILA%20y%20GARCIA.pdf
Magnani, J. G. C., & Torres, L. (1996). Na metrópole: textos de Antropologia Urbana. Edusp/Fapesp.
Neuhofer, B., Buhalis, D., & Ladkin, A. (2015). Smart technologies for personalized experiences: A case study in the hospitality domain. Electronic Markets, 25(3), 243–254. https://doi.org/10.1007/s12525-015-0182-1
Oliveira, T. M. V. (2001). Amostragem não Probabilística: Adequação de Situações para uso e Limitações de amostras por Conveniência, Julgamento e Quotas. Revista Administração On Line FECAP, 2(3).
Orduna, G., & Urpí, C. (2010). Turismo cultural como experiencia educativa de ocio. POLIS. Revista Latinoamericana, 9(26).
Peixoto, P. (2003). Centros históricos e sustentabilidade cultural das cidades. Seminário: A cidade entre projectos e políticas. https://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/artigo8511.pdf
Pronovost, G. (2018). A construção da noção de “turista” nas ciências sociais. Revista Hospitalidade, 15(2), 158–168. https://doi.org/10.21714/2179-9164.2018v15n2.009
Simmel, G. (2006). Questões fundamentais da sociologia: indivíduo e sociedade. Zahar.
Sun-Tung, I. W. S., & Ritchie, J. R. B. (2011). Exploring the essence of memorable tourism experiences. Annals of Tourism Research, 38(4), 1367-1386. https://doi.org/10.1016/j.annals.2011.03.009
Trigo, L. G. G. (2010). A viagem como experiência significativa. In A. Panosso Netto & C. Gaeta (Org.). Turismo de experiência (pp. 21–42). Senac.
Tung, V., Lin, P., Zhang, H., & Zhao, A. (2017). A framework of memory management and tourism experiences. Journal of Travel & Tourism Marketing, 34(7), 853-866.
Uvinha, R. R., Chan, C. S., Man, C. K., & Marafa, L. M. (2018). Turismo esportivo: uma análise comparativa entre residentes do Brasil e de Hong Kong. Revista Brasileira De Pesquisa Em Turismo, 12(1), 180–206. https://doi.org/10.7784/rbtur.v12i1.1374
Vasconcelos, D. A. L., Gastal, S., Araujo, L. M. de, & Felix, T. L. de L. (2023). Para além de um destino turístico: Contradições territoriais em Maceió - Alagoas - Brasil. CULTUR, 17(1), 1–26. https://doi.org/10.36113/cultur.v17i1.3325
Vera, F.; Palomeque, F. L., Marchena, M. J., & Clavé, S. A. (2011). Análisis territorial del turismo y planificación de destinos turísticos. Tirant lo Blanc.
Wang, D., Xiang, Z., & Fesenmaier, D. R. (2016). Smartphone Use in Everyday Life and Travel. Journal of Travel Research, 55(1), 52–63. https://doi.org/10.1177/0047287514535847
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Christianne Luce Gomes

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la revista el derecho de primera publicación, con el trabajo simultáneamente licenciado bajo la Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International (CC BY-NC-SA 4.0), lo que permite compartir el trabajo con el reconocimiento de su autoría y publicación inicial en RTA.







