Predomínio do encurtamento muscular em alunos universitários praticantes e não praticantes de musculação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2317-0190.v33e241954

Palavras-chave:

Força Muscular, Amplitude de Movimento Articular, Treinamento Resistido, Estudantes

Resumo

Objetivo: Investigar a relação entre a prática de musculação, flexibilidade e amplitude de movimento dos membros inferiores em alunos praticantes e não praticantes de musculação. Método: Trata-se de um estudo observacional do tipo transversal, no qual contou com sessenta e um voluntários que foram submetidos a um questionário e posteriormente passaram por uma avaliação de flexibilidade através dos instrumentos e procedimentos: flexímetro, flexiteste, goniometria, banco de Wells e teste de Thomas. Resultados: Os praticantes de musculação mostraram em média, angulação maior de abdução esquerda da coxofemoral quando comparado ao grupo de não praticantes. Em relação ao flexímetro demonstraram uma classificação superior na flexão da coxofemoral direita. As classificações do Flexi-test, Banco de Wells e Teste de Thomas foram semelhantes entre os grupos não apresentando relevância estatística expressiva. Conclusão: Desse modo, a prática de musculação não interferiu diretamente no surgimento do encurtamento, todavia promoveu ganhos na flexibilidade e amplitude articular, sendo a inatividade a condição que demostrou menores pontuações nos métodos de avaliação utilizados.

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Publicado

2026-02-19

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Seção

Artigo Original

Como Citar

1.
Santana DG, Lima B de B, Silva G de J, Filoni E. Predomínio do encurtamento muscular em alunos universitários praticantes e não praticantes de musculação. Acta Fisiátr. [Internet]. 19º de fevereiro de 2026 [citado 20º de outubro de 2026];33:e241954. Disponível em: https://revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/241954

Dados de financiamento