La sustitución de las funciones constitutivas en el proceso de subjectivación de bebés en acogimiento institucional
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v30i2p340-353Palabras clave:
bebé, subjetivación, acogimiento institucional, funciones constitutivasResumen
Este estudio de revisión teórica busca reflexionar sobre la subjetivación de los bebés en el acogimiento institucional y discutir el sostenimiento de las funciones constitutivas por parte del cuidador. Inicialmente, se realiza una contextualización histórica de la atención a la infancia en Brasil, destacando su enfoque asistencialista e institucionalizante. A continuación, se analiza la subjetivación del bebé y la importancia de las funciones constitutivas en este proceso, señalando los riesgos que pueden surgir cuando este vínculo no está presente. Finalmente, se presentan las dificultades que pueden surgir en el acogimiento institucional y cómo estas afectan la relación entre el cuidador y el bebé acogido. Se muestra la necesidad de ofrecer espacios de acompañamiento al cuidador, para sustentar las funciones constitutivas y así posibilitar un cuidado que trascienda el cuerpo y apueste por el sujeto.
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