Le nouvel ordre scolaire et l'héritage utilitaire de l'éducation progressive
DOI :
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v30i2p245-255Mots-clés :
Éducation et psychanalyse, système scolaire, néolibéralisme, éducation progressiveRésumé
Cet article aborde la question de l'utilitarisme dans le nouvel ordre scolaire néolibéral. Dans un premier temps, il aborde - à partir du champ de l'éducation et psychanalyse - la mutation de l'ancien esprit du capitalisme (le capitalisme de l'éthique protestante) vers le nouvel esprit du capitalisme (le capitalisme néolibéral). Il est proposé que cette mutation ait provoqué une désublimation qui a donné la prééminence à la jouissance utilitaire au détriment de l’usufruit du désir. L'article réfléchit ensuite à la manière dont le néolibéralisme, s'appuyant sur l'héritage de l'éducation progressiste, a colonisé le système scolaire à la fin du 20e siècle, le soumettant aux expressions de la jouissance utilitaire : la volonté de produire, d'innover, d'évaluer et de gérer. Enfin, l'article s'attarde sur le problème de la place de l'enseignant dans ce dispositif et conclut que l'enseignant est réduit à un objet de jouissance dans le nouvel ordre scolaire.
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Références
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