Corpo e História: deslocamentos temporais em perspectiva na tradução antropológica
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v34i1pe226266Palavras-chave:
Corpo, História, Tradução, Teoria antropológicaResumo
Este ensaio tem por objetivo apresentar alguns dos pontos centrais do trabalho de autores como Marylin Strathern, Eduardo Viveiros de Castro e Manuela Carneiro da Cunha, sobretudo naquilo que concerne às críticas destes ao problema da “interpretação” na tradução antropológica. Aqui, oriento a discussão acerca de termos como “corpo”, “tempo” e “história”, na medida em que estes estão no centro de uma importante discussão sobre os limites dos fundamentos epistemológicos da antropologia – e do pensamento euro-ocidental, de modo geral – servindo-nos de bússola para guiar o leitor no pensamento desses autores e, possivelmente, levando-nos a novos horizontes teóricos. Assim, o ensaio presta-se tanto a uma exposição em caráter introdutório para algumas das reflexões de autores fundamentais à Antropologia, como também a um esforço de reiteração do lugar fundamental que o “corpo” ocupa na produção de conhecimento antropológico hoje.
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Atesto o ineditismo do trabalho enviado.
eISSN: 2316-9133