Comunicación y activismo social: breve contexto de la lucha de entidades que trabajan sobre VIH/SIDA en Brasil
DOI:
https://doi.org/10.11606/extraprensa2024.226752Palabras clave:
ONG, VIH, SIDA, Comunicación, Luchas socialesResumen
Las organizaciones no gubernamentales (ONG) se han destacado durante las últimas décadas como actores sociales relevantes, trabajando con grupos socialmente marginados y en situación de vulnerabilidad económica. Uno de estos grupos está conformado por personas diagnosticadas con el virus VIH. Considerando el desarrollo de las ONG que trabajan en el tema de VIH/sida, este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre cómo la inserción de herramientas de comunicación puede contribuir al creciente proceso de profesionalización de estas instituciones a partir de la década de 1990. Como veremos, estas herramientas contribuyeron al establecimiento de una nueva perspectiva de acción sobre las cuestiones sociales en Brasil, que hasta la segunda mitad del siglo XX se basó en el bienestar y, a partir de estos cambios, asumió un sentido de activismo político, heredado de las tradiciones de las luchas sociales latinoamericanas. Este artículo se estructura metodológicamente en un enfoque cualitativo y una revisión de la literatura.
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